segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Mil esquinas de lugar nenhum.



E agora que estou aqui, as coisas parecem fora do lugar.
O dia passou por mim sem que eu percebesse.
Mil esquinas de lugar nenhum
E no espelho, alguém que não conheço.

Esvaziando gavetas e encontrando sonhos
Quem andou sonhando em meu lugar?
A chuva cai como um desabafo
Como pessoas além da minha vidraça.

Meus discos já não me dizem nada,
Ficaram mudos ou desistiram de mim.
O tempo não parou enfim,
Saudade que pára tudo, em algum tempo.

O mágico não desbravou a reação do público.
E ao amanhecer, a sensação de que nunca choveu.
Portas se abrem sozinhas, rangindo em meu peito
Se nada faz sentido, um café me cai bem.

E agora que estou aqui, as coisas parecem no lugar.
O dia passou por mim sem que eu percebesse.
Mil esquinas de lugar nenhum
E no espelho, alguém que já reconheço.

* Mais alguns versos emprestados do meu amigo Adolfo Ifanger. Não sei dizer quais são os meus e quais os dele.
Enfim...

2 comentários:

Luciano disse...

sei das coisas que faço.
sei das coisas que voce pensa

mas espero que meu amor por vc e seu amor por mim consiga superar qualquer desafio...

te amo meu amor....
1 ano e 1 mes felizes e perfeitos

Helen disse...

te amo.