segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Essa peça sou eu que escrevo!

Sabe, estou bem. Eu deveria estar me sentindo estranha, mas estou bem. Finalmente tomei coragem e decidi sair da platéia da minha vida. Era bem assim. Eu era espectadora da minha própria peça. Tava lá, sentada, assistindo todos os atos, passivamente. E pior: minha vida estava sendo mal interpretada! Mas agora não. Cansei de interpretações medíocres, me levantei da poltrona e subi no palco. Vou viver como se deve viver. Sem amarras, sem remorso. Sou a protagonista da minha história. Sou livre para sentir o que quiser sentir. Se tiver que chorar, eu choro. Se tiver que cair, me levanto. Não acho que pessoas são descartáveis. Ninguém toma o lugar de ninguém. Mas cada um tem que levar a vida do jeito que quer, mesmo que isso não agrade a todo mundo. Agora eu quero é mais! Muito mais. No final das contas, o final é sempre feliz.
Enfim...

Um comentário:

Samuel Quintans disse...

Somos diretores desse filme chamado vida.
Escolhemos o enredo, os atores principais e coadjuvantes, bem como o cenário, a melhor fotografia, um figuro à altura e com câmera na mão, gritamos:
"Acão!"