sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Amo, logo existo.

Todos os dias, sento em frente ao computador e fico pensando por algum tempo sobre o que escrever aqui. Acabo sempre falando de amor. Devo estar sendo repetitiva, né?! Mas não consigo evitar. Sou movida a amor, não tem jeito.
Li outro dia um artigo numa revista que dizia que muitas vezes, algumas pessoas se jogam de cabeça numa relação e acaba depositando toda as suas frustrações e felicidades no outro. E isso se torna doença, uma dependência semelhante ao de uma droga química. É preciso tomar muito cuidado. Se valorizar sempre, se amar sempre e ter em mente que amar não é possuir. Já dizia Shakespeare: deixo livres as pessoas que amo. Todo mundo pecisa do seu tempo, do seu espaço. Precisamos ter novidades para contar, senão acabamos nos tornando desinteressantes. Não é fácil... não é mesmo...rs...rs... Na arte de amar a lei do errando é que se aprende me parece bem apropriada.
Enfim...

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