segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Eu, os girassóis e minhas bolhas de sabão.

Depois de todo o furacão que passou por minha vida nas últimas semanas, é a primeira vez que fico sozinha. Confesso que estava com saudade da minha velha rotina. Dos meus discos, meus livros, minhas manias... Durante esse tempo em que estive fora me dei conta do quanto eu gosto de estar aqui. Exatamente aqui. E se para isso eu tiver que encarar algumas dificuldades, cortar alguns luxos e trabalhar feito louca, eu encaro. Encaro tudo. A vida pode até não ser feita de campos de girassóis e bolhas de sabão, mas também não se resume a conversas sérias e decisões tomadas sob pressão, ou por covardia. As minhas decisões eu tomo com o coração. Essa sou eu, fazer o que?! Sei o quanto dei duro, o quanto precisei abrir mão de coisas importantes para ter meu 'cantinho', minhas 'coisinhas'. E sei que pra muita gente minhas idéias são fúteis e infantis. A verdade é que é muito fácil tirar conclusões quando se está de fora. Tive pessoas incríveis do meu lado, no meu momento de crise. Me ampararam, me deram a mão e me levantaram quando eu caí. Se não fosse por elas, hoje eu não estaria em condições de saber o que quero fazer de verdade. Serei eternamente grata. Por tudo. Hoje, quando acordei, me senti feliz. Por estar aqui, por saber que rumo seguir e por saber que nunca estarei sozinha. Ainda terei que enfrentar alguns dragões, mas pelo menos agora sei exatamente pelo o que estou lutando.
Enfim...

2 comentários:

Samuel Quintans disse...

Claro que a vida não é feita apenas de coisas sérias e pressões, nem tampouco de girassóis e bolhas de sabão.
É feita um pouco de uns e de outros.
Talvez aí esteja toda a graça do viver.
E entre girassóis e coisas sérias existe o que importa
E o que importa não cabe discussão.
Por que o que importa não nos foge, não nos engana. É fato.

E o que importa deve ir para o papel, para um texto, para um pensamento.
Afinal, quando deixamos o que importa solto ao vento, ele se perde, feito uma bola de sabão ou como particulas de um girassol, numa tarde de verão...

Estamos aqui e somos o que somos, pedaços um do outro. Sempre!

Com carinho...

Anônimo disse...

Se cada sentimento fosse como uma bolinha de sabão, seria horrível,
por melhor que fosse o sentimento,
ele ia estourar,
se o amor fosse como um girassol,
que só se abre quando vê a luz, também seria muito triste,
pois nem só de luz vive o mundo.

Sei que não faz sentido o que eu escrevi....

mas tenta ler direito....


Fica bem!